Navalhadas Curtas: Cheiros Peculiares
Morales é um grande amigo meu. Naturalmente ele não
gostará deste texto.
Depois de estarmos devidamente batizados de cerveja no
bar, as confissões vieram galopantes.
Estávamos entre quatro conhecidos.
-Eu saí com uma mulher, uma vez que estava imunda, fedia
a asa – disse Carlão – mas também por vinte pila, tava bom, não pra reclamar do
serviço... (risadas)
-Isso não é nada – diz Pedro – eu saí com uma que era
maluca, doida mesmo sabe, ela deveria estar no sanatório cara, a mulher não
falava coisa com coisa, acabou que até broxei... Mas pelo menos era de graça...
Ela dava uma chupada e falava da cunhada dela... Maluca total...
Caímos na gargalhada. Eu me pronunciei.
-Quanta poesia amigos, mas eu saí com uma que se cagou
todinha... Ela teve uma diarreia e não
deu tempo pra sair... tem que ver...foi como uma explosão de merda... A foda
terminou no banheiro, mas ela não consegui relaxar depois, foi como se ela
tivesse tido uma gozada ejaculatória de merda em cima de mim!!
Então Morales que estava calado, sorriu com cara de
psicopata. Olhamos pra ele...
-Pessoal, talvez vocês achem estranho... Mas eu gosto de
mulher peidona!
-Como assim Morales?
Ele sorri com semblante de um tarado no paraíso:
-É pessoal... Gosto que as mulheres peidem bem gostoso...
De preferencia que peidem na minha cara, e que seja muito fedorento, eu enfio o
nariz ali... E espero o melhor cheiro do mundo, cheiro do amor... Geralmente
fico de pau duro na hora... e gozo... É a coisa mais bela deste mundo...
A mesa ficou em silencio... Ficamos olhando pra ele...
Os: eu não me choco com isso, afinal a vida é uma questão
de degustação, mas os outros dois ficaram enjoados.
Luís Fabiano.
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